Executar um processo
Um processo pode ser executado de duas formas: manualmente, quando você importa os arquivos e dispara o processamento na hora, ou de forma automatizada, quando a plataforma carrega e processa os dados sozinha — por agendamento, a partir de outro processo ou por um gatilho de API externa. Este artigo cobre as duas formas.
Fluxo completo: só é possível executar um fluxo de preparação de dados completo, ou seja, com etapas sem erros e ao menos uma etapa de fonte de dados e uma de saída.
Execução manual
O botão Executar abre a tela de execução do processo, onde você importa os arquivos que percorrerão o fluxo em uma data de referência específica. Ao final, a plataforma carrega e processa os arquivos e direciona para a tela de visualização dos resultados.
Na tela de importação, você precisa:
definir uma data de referência, a data em que os resultados do processo são armazenados;
selecionar os arquivos que serão processados, escolhendo-os no computador ou arrastando-os para a área de carregamento;
associar os arquivos às fontes de dados do fluxo, manualmente ou por regra de identificação, caso não haja regras de identificação automática.
Datas com resultado: no calendário de data de referência, os dias que já têm resultados aparecem com uma marca verde. Você pode navegar pelo calendário e visualizar resultados de diferentes datas.
Tipo de importação
Ainda na tela de execução, você escolhe a forma de importação dos dados. As opções aparecem apenas quando não existe importação na data de execução, e variam conforme o tipo de análise.
Substituir dados está disponível nas análises Turbo AI e Standard e é a opção padrão. Apaga todos os dados importados e as análises anteriores da data e os substitui pelos novos dados importados.
Atualizar execução está disponível na análise Turbo AI e se aplica às etapas de Análise Tabela e Análise Conciliação. Permite atualizar os dados de uma execução sem apagar todo o histórico, usando um identificador de linha quando configurado. Com o identificador, a plataforma compara os dados existentes com os da nova importação:
registros com a mesma chave e os mesmos dados permanecem como estão e não são duplicados;
registros com chave nova são inseridos como novos registros;
registros com a mesma chave, mas dados diferentes, têm o registro existente atualizado;
registros antigos cuja chave não aparece na nova importação não são alterados e permanecem no histórico.
Sem identificador de linha, a plataforma não consegue comparar registros entre execuções. Nesse caso, todos os registros da nova importação são inseridos, num comportamento incremental, o que pode gerar duplicidade, já que os dados antigos são preservados.
Incrementar dados está disponível na análise Standard. Mantém os dados importados anteriormente e incrementa os novos. O comportamento incremental se refere à entrada dos dados, não às análises: se você importar e uma análise já tiver sido feita, no Analytics ou no Recon, os dados são apagados da análise para receber a nova importação.
Em resumo, ao comparar Atualizar execução e Substituir dados:
Objetivo: atualizar dados mantendo o histórico, contra recriar os dados da execução.
Com identificador de linha: a atualização mantém o histórico, atualiza os registros enviados antes, adiciona os novos e preserva o que não foi reenviado; a substituição remove todos os dados anteriores e mantém apenas os novos.
Sem identificador de linha: a atualização incrementa os dados e insere tudo da nova importação; a substituição apaga tudo e insere apenas os novos.
Registros não reenviados: permanecem no histórico na atualização e são removidos na substituição.
Uso recomendado: a atualização serve para cargas parciais ou recorrentes; a substituição, para reprocessamento completo.
Sempre substituem: importações via API e a etapa Integrar Processo sempre têm seus dados substituídos, sem incremento.
Processar os resultados
Com os arquivos selecionados e associados às fontes corretas na data de referência, clique em Executar Processo. A plataforma processa os resultados e exibe a tela de análise.
Execução automatizada
Além da execução manual, é possível automatizar a importação de dados. A automação pode ser disparada de três formas — por agendamento, a partir de outro processo ou por um gatilho de API externa. As configurações ficam em Configurações (ícone de engrenagem) → Automação. Em Tipo de automação, você escolhe entre:
Nenhum: não aplica nenhuma regra de automação.
Processo agendado: define o calendário de automação que controla as datas de referência, o horário de execução do carregamento (com a opção de adicionar mais horários) e o deslocamento em relação ao período do calendário.
Sequência a partir de processos: dispara a execução deste processo a partir da execução de outro. Você seleciona o processo desejado e o deslocamento em relação ao período do calendário de referência.
Sequência a partir de Fluxo de Automação: dispara a execução a partir de um fluxo existente nos Fluxos de Automação das Configurações Gerais de Processo. Você informa o código do disparo — que também permite acionar a execução por um gatilho externo, como uma chamada de API — e o deslocamento em relação ao período do calendário de referência.
Como o deslocamento atua: o Processo agendado importa os resultados na data de referência calculada pelo calendário de automação e pelo deslocamento. Por exemplo, ao executar o processo em 03/01 com o calendário Dias Corridos, ele importa os dados disponíveis em 03/01; com deslocamento "-2", importa os dados de dois dias antes, ou seja, 01/01.
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